Sobre

Ser você mesma não significa carregar o mundo todo nas costas, cada um sabe o peso de suas escolhas, suas renuncias. E finalmente nós – mulheres – conquistamos o direito de escolher. Hoje escolhemos nossos parceiros, nossa profissão, nosso emprego, onde vamos morar… Escolhemos o rumo das nossas vidas.
Ser mulher é ter 1001 papéis e aprender a flutuar bem entre eles – às vezes mãe, mulher, dona de casa, esposa, profissional, companheira, amiga – e a realizar nossos sonhos ao elegermos prioridades sem culpa.
Ser contemporânea é fazer tudo isso com elegância, bom humor, sem perder o estilo, a fé na vida. É ter conhecimento de sustentabilidade, esporte, dança, decoração, moda, gastronomia, consciência do nosso papel na sociedade… Estar antenada a tudo que acontece ao seu redor.
Junte tudo isso e você será uma de nós, uma Eu Contemporânea.

Fabiane Cruz

fabiane@eucontemporanea.com.br

 

FabiNascida no interior de SP, psicóloga que aterrissou em São Paulo em 2003. Especializada no Tratamento de Dependentes Químicos, Terapia Cognitivo-Comportamental e Transtornos do Humor e Ansiedade.

Eu contemporânea é uma homenagem a nós, mulheres modernas, batalhadoras que conquistamos nosso espaço e estamos ajudando a construir um mundo melhor. O foco principal é compartilhar algumas ideias, mas principalmente destacar mulheres que vem fazendo a diferença, acreditando que elas possam nos servir de inspiração.

São apenas singelas opiniões.

Daniela Panisi

daniela@eucontemporanea.com.br

Nova-Dani“Quando nasci veio um anjo safado/ O chato do querubim/ E decretou que eu estava predestinado/ A ser errado assim/ Já de saída a minha estrada entortou/ Mas vou até o fim…”

O ‘causo” de minha vidinha pacata se inicia em Goiânia, logo descobri que minha estrada era na beira da água, e a vida me levando… tornei-me nadadora profissional e em 2003, “as águas” me levaram à São Paulo, onde moro atualmente. Goiana de nascença e do mundo de coração, resolvi teimar com meio mundinho e me formar em Psicologia. Bati o pé, com a outra metade, para fazer pós em Psicologia do Esporte.

Como todo predestinado, a ser errado assim não sossega o facho (e nem a cabeça), com muitas questões a respeito deste “humano, demasiado humano”, no qual me incluo, fui fazer outra pós na USP, em práticas institucionais.

Há de se ver que esses caminhos apoquentam minha cabecinha de meia tigela, e, este blog, foi o lugar inventado, dos sonhos de poetisa, malfadados, para deixar minhas singelas opiniões e as mais estridentes questões de uma mulher contemporânea.

Um comentário

  1. Agradecida Fátima! O objetivo é mais pessoas adorarem também…rsrs

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